Arte e vida se misturam
Tua caminhada ainda não terminou....
A realidade te acolhe
dizendo que pela frente
o horizonte da vida necessita
de tuas palavras
e do teu silêncio.
0 notes
01 December
Reblog
— You say goodbye and I say hello

A madrugada ja me aflinge, meu corpo cansado, debilitado, meus pensamentos com fardos  tão  pesados que minhas costas reclamam com o breve pensamento. Tais coisas como tomar um banho, coisas pequenas, como sentir a água deslizando por cada parte de seu corpo, parar para tomar banho na madrugada é como esperar apenas o som das etimologias das palavras que passam na sua mente. 
Tente fazer isso um dia, ir tomar um banho quando não houver barulho algum, quando você puder ouvir as gotas de água caindo no piso molhado, esquentando seus dedos dos pés. 
Deite sobre o manto da água e sinta a pureza escorrer.
Naquela madrugada, minha mente estava agitada e meu corpo ainda mais. Os dois em conflitos, meu cansaço fisico querendo me derrubar no chão como um balão cheio de tinta, prestes a explodir e a manchar tudo, a esconder a beleza das coisas com seus restos. 
Então fui tomar banho, limpei meu corpo, e ouvi a musica que meu amigo estava cantando hoje, mas que amigo? Minha mente anda tão cansada que talvez esteja até inventando coisas.
Meu cansaço é de tudo e de nada ao mesmo tempo.
Tenho em mim.
Como uma sombra.
Sei que não tem nada a ver com o que estou falando, mas enquanto escrevo ouço esta musica ao fundo, apenas o instrumental e ela me lembra, como falei, aquele amigo, aquele amigo que me da a sensação de conforto. E como odiei ele hoje pela manhã. 
Um supremíssimo cansaço, 
De olhar o mundo afora, estou presa ao meu passado e nele permaneço.
Não porque quero fugir dele, mas sim porque parte dele vive em mim. 
E não sei se estou pronta para deixar essa parte ir. 
Sinto saudade de não sentir saudades.
Sinto saudade do eufemismo.

”Porque metade de mim é abrigo, a outra metade é cansaço.”

[ 3 ]
— 05 August
► Reblog
Sinto o cheiro da morteSinto o cheiro da vidase esvaindo.Diante de tantas coisas e tantasreclamações.Afazer.O cheiro da morte se espalha,marcando casa assassino com uma marca que jamais sera apagada.Uma sombra em volta de suas cabeças.Uma cicatriz que apenas poucos podem ver 
Algumas almas são guiadas pra isso.Algumas apenas conseguem pressentir. Se você pode observar a morte, se você pode concretizar um crime, Se você pode pensar em viver carregando isso. Você não passa de um ser humano miserável. 

Sinto o cheiro da morte
Sinto o cheiro da vida
se esvaindo.
Diante de tantas coisas e tantas
reclamações.

Afazer.

O cheiro da morte se espalha,
marcando casa assassino 
com uma marca que jamais sera apagada.

Uma sombra em volta de suas cabeças.
Uma cicatriz que apenas poucos podem ver 

Algumas almas são guiadas pra isso.
Algumas apenas conseguem pressentir.

 Se você pode observar a morte, 
se você pode concretizar um crime, 
Se você pode pensar em viver carregando isso. 
Você não passa de um ser humano miserável. 

[ 0 ]
— 29 May
► Reblog
Manchas de sangue são vista em seu carpete. Uma semana depois ele esta em sua porta e tudo que vê é um tapete preto, o qual não havia deixado quando viajou para Viena.

Talvez fosse apenas um vizinho solidário que queria ser gentil e o impedir de ver aquilo, logo que chegasse em casa, ele entrou, guardou suas coisas e tomou seu banho. Então decidiu que iria esquecer aquilo  e apenas seguir em frente, como já fez com quase todas as coisas tristes em sua vida, como já fez com sua vida, que era feita quase completamente de coisas tristes. Fez sua comida preferida e serviu a mesa para dois. Talvez ela viesse, talvez ela pudesse dizer mais uma vez como estava delicioso ( mesmo que ele pudesse ver que odiava). Essa era uma parte de seu passado que ele não conseguia superar. Ela, Paydora. Sua falta machucava todo dia. Seus olhos não aguentavam mais olhar a figura decadente que se mostrava diante de seu espelho. Até que ponto uma pessoa pode sentir saudades? Na verdade ele não sabia, só sabia que aquela saudade tinha transformado sua vida, deixado marcas, cicatrizes, pequenos lapsos de memoria ao qual ele não conseguia, nem queria, se esquecer. A vida não havia sido justa com ele, talvez ela não seja com ninguém, ele costumava se fazer pensar, talvez seja tudo questão de ponto de vista. Mas a verdade é que todo dia antes de dormir, ele virava para seu lado na cama, o lado que ele ocupava, agora vazio, e dizia: ‘’talvez você queira mais um cobertor, a noite pode esfriar.’’ E sempre lembrava dos olhos dela, brilhando e do seu riso calado e escandaloso ao mesmo tempo, em sua mente ele via claramente e ouvia suas palavras como uma melodia de despedida ‘’ eu não vejo motivo para mais um cobertor, eu não arranjei alguém para ele me oferecer o cobertor e não o seu corpo!’’ então rolara com ele na cama macia, como costumava ser naquele tempo. Agora, mas parecia como uma pedra, onde seus sonhos se esvaiam, onde suas noites viravam o seu único momento de sossego! Então  ele se da conta que não pode mais fugir da mancha de sangue no carpete. Então ele se da conta que  não pode mais fugir das manchas de sangue na sua vida. Ele sai para passear, com um cachorro? Não, sai sozinho, apenas com seus pensamentos bons, que tem sido a única companhia desejado nos últimos 3 anos.  Então Paydora surge em sua frente. E ele vê aquele carpete manchado de sangue e lembra da noite em que ela desmaiou na frente de casa. Lembra da noite em que a viu tendo espasmo e não a conseguindo a salvar, vomitando litros e sangue em seu carpete. Ele se culpou todas as noites por sua fraqueza, ele se machucava todos os dias, focava na dor e achava que era a única coisa real. Porém, agora algo tinha que mudar, então lá estava ele, como sempre. Sussurrou em seu ouvido, e ele voltou pra casa, viu o carpete preto na varanda, entrou em casa e colocou os porta retratos novamente encima da mesa, e sorriu. O carpete preto não significava nada ruim. Apenas que, o luto iria com ele para sempre, aonde quer que fosse. Isso ele podia aguentar,  porem não havia mais manchas. Ele havia sido libertado, para viver sua vida, sem manchas ou cicatrizes em seu futuro. Então ele viajou, beijou, transou, pulou de paraquedas, subiu em uma montanha, foi a França, Canadá, Viena. Mas sempre voltava para seu lugar, onde o carpete preto continuava lá, ele poderia seguir em frente, mas amaria apenas uma pessoa, a pessoa que o carpete preto ainda o lembrava, era a única coisa que ele pertencia. 

Manchas de sangue são vista em seu carpete. Uma semana depois ele esta em sua porta e tudo que vê é um tapete preto, o qual não havia deixado quando viajou para Viena.

Talvez fosse apenas um vizinho solidário que queria ser gentil e o impedir de ver aquilo, logo que chegasse em casa, ele entrou, guardou suas coisas e tomou seu banho. Então decidiu que iria esquecer aquilo  e apenas seguir em frente, como já fez com quase todas as coisas tristes em sua vida, como já fez com sua vida, que era feita quase completamente de coisas tristes. Fez sua comida preferida e serviu a mesa para dois. Talvez ela viesse, talvez ela pudesse dizer mais uma vez como estava delicioso ( mesmo que ele pudesse ver que odiava). Essa era uma parte de seu passado que ele não conseguia superar. Ela, Paydora. Sua falta machucava todo dia. Seus olhos não aguentavam mais olhar a figura decadente que se mostrava diante de seu espelho. Até que ponto uma pessoa pode sentir saudades? Na verdade ele não sabia, só sabia que aquela saudade tinha transformado sua vida, deixado marcas, cicatrizes, pequenos lapsos de memoria ao qual ele não conseguia, nem queria, se esquecer. A vida não havia sido justa com ele, talvez ela não seja com ninguém, ele costumava se fazer pensar, talvez seja tudo questão de ponto de vista. Mas a verdade é que todo dia antes de dormir, ele virava para seu lado na cama, o lado que ele ocupava, agora vazio, e dizia: ‘’talvez você queira mais um cobertor, a noite pode esfriar.’’ E sempre lembrava dos olhos dela, brilhando e do seu riso calado e escandaloso ao mesmo tempo, em sua mente ele via claramente e ouvia suas palavras como uma melodia de despedida ‘’ eu não vejo motivo para mais um cobertor, eu não arranjei alguém para ele me oferecer o cobertor e não o seu corpo!’’ então rolara com ele na cama macia, como costumava ser naquele tempo. Agora, mas parecia como uma pedra, onde seus sonhos se esvaiam, onde suas noites viravam o seu único momento de sossego! Então  ele se da conta que não pode mais fugir da mancha de sangue no carpete. Então ele se da conta que  não pode mais fugir das manchas de sangue na sua vida. Ele sai para passear, com um cachorro? Não, sai sozinho, apenas com seus pensamentos bons, que tem sido a única companhia desejado nos últimos 3 anos.  Então Paydora surge em sua frente. E ele vê aquele carpete manchado de sangue e lembra da noite em que ela desmaiou na frente de casa. Lembra da noite em que a viu tendo espasmo e não a conseguindo a salvar, vomitando litros e sangue em seu carpete. Ele se culpou todas as noites por sua fraqueza, ele se machucava todos os dias, focava na dor e achava que era a única coisa real. Porém, agora algo tinha que mudar, então lá estava ele, como sempre. Sussurrou em seu ouvido, e ele voltou pra casa, viu o carpete preto na varanda, entrou em casa e colocou os porta retratos novamente encima da mesa, e sorriu. O carpete preto não significava nada ruim. Apenas que, o luto iria com ele para sempre, aonde quer que fosse. Isso ele podia aguentar,  porem não havia mais manchas. Ele havia sido libertado, para viver sua vida, sem manchas ou cicatrizes em seu futuro. Então ele viajou, beijou, transou, pulou de paraquedas, subiu em uma montanha, foi a França, Canadá, Viena. Mas sempre voltava para seu lugar, onde o carpete preto continuava lá, ele poderia seguir em frente, mas amaria apenas uma pessoa, a pessoa que o carpete preto ainda o lembrava, era a única coisa que ele pertencia. 

[ 0 ]
— 04 February
► Reblog
”Estou presa em uma bolha, solida como uma pedra, e delicada como seda. Esperando o tempo que essa bolha ira finalmente se misturar a imensidão do mar turbulento e misturar-se tanto até que se rompa como o Hímen de uma virgem. Quero meus sentimentos puros revoltos ao mar agitado, quero as ondas me atropelando, me afogar 10 mil vezes. Essa bolha não contem mais nada de atrativo. Eu grito aos sete  ventos, faça uma onde capaz de me tirar desse lugar, minha solidão esta correndo minha alma” 
- A bolha.
p: Defreyn

”Estou presa em uma bolha, solida como uma pedra, e delicada como seda. Esperando o tempo que essa bolha ira finalmente se misturar a imensidão do mar turbulento e misturar-se tanto até que se rompa como o Hímen de uma virgem. Quero meus sentimentos puros revoltos ao mar agitado, quero as ondas me atropelando, me afogar 10 mil vezes. Essa bolha não contem mais nada de atrativo. Eu grito aos sete  ventos, faça uma onde capaz de me tirar desse lugar, minha solidão esta correndo minha alma” 

- A bolha.

p: Defreyn

[ 2 ]
— 01 February
► Reblog
”- E lá estava eu a girando num fim de tarde, o sol brilhada pra nós dois, o balanço do vestido dela, o olhar de contentamento, não, o olhar de felicidade inundava aquele olhos quase cinza, a luz do sol refletia em seu cabelo e eu podia ver reflexos vermelhos em seu cabelo preto. Eu acho que foi uma das melhores sensações da minha vida, ver aquela linda garota, minha melhor amiga, meu amor, minha inimiga, meu tudo.  A garota que poderia tirar e me devolver a vida, era estranho como  tudo que eu era, tudo que eu sou, estava guardado em um  órgão, balançando perto dos seios, suavemente e rapidamente naquele vestido bege de ceda, então paramos. Ela me olhou como se eu fosse a ultima pessoa no mundo e disse ” Você é meu?” eu olhei em seus olhos, alias, os olhos mais lindos do mundo e a respondi ” De minha parte sim, você quer que eu seja seu? ”  e ela com uma sorriso que nunca vi igual, girou  e apoiou as duas mãos em meu peito e disse ”Desde o inicio”. Foi como explodir em chamas. 

”- E lá estava eu a girando num fim de tarde, o sol brilhada pra nós dois, o balanço do vestido dela, o olhar de contentamento, não, o olhar de felicidade inundava aquele olhos quase cinza, a luz do sol refletia em seu cabelo e eu podia ver reflexos vermelhos em seu cabelo preto. Eu acho que foi uma das melhores sensações da minha vida, ver aquela linda garota, minha melhor amiga, meu amor, minha inimiga, meu tudo.  A garota que poderia tirar e me devolver a vida, era estranho como  tudo que eu era, tudo que eu sou, estava guardado em um  órgão, balançando perto dos seios, suavemente e rapidamente naquele vestido bege de ceda, então paramos. Ela me olhou como se eu fosse a ultima pessoa no mundo e disse ” Você é meu?” eu olhei em seus olhos, alias, os olhos mais lindos do mundo e a respondi ” De minha parte sim, você quer que eu seja seu? ”  e ela com uma sorriso que nunca vi igual, girou  e apoiou as duas mãos em meu peito e disse ”Desde o inicio”. Foi como explodir em chamas. 

[ 0 ]
— 08 January
► Reblog
” Ah se eu tivesse um cérebro, ah se eu tivesse..  eu seria frio como uma pedra, e rico como um tolo. Seria como um tolo que enganou a todos  aqueles corações e hoje não tem ao menos um pouco de vontade de levantar da cama. E quando tomo coragem para sair, levantar e viver minha vida, eu vou até o banheiro  e olho no espelho e apenas vejo aqueles desgraçados olhos afundados. As marcas da amargura de uma batalha perdida. E tudo que eu queria é deixar de me sentir sozinho, segurar a mão de algo, de alguém e voltar para a casa.  E nesse mundo de poucas consequências eu estou sofrendo a pior das punições.  Dentro das mentiras eu escondo um eu que a há muito já morreu.  E as vezes eu sinto como se eu pudesse fazer minhas malas, abrir minhas asas, dizer diante daqueles olhos afundados que acabou. Que o mundo sorriu pra mim outra vez.  Mas não há como viver dentro de um coração inundado de mentiras ”

-Kel

” Ah se eu tivesse um cérebro, ah se eu tivesse..  eu seria frio como uma pedra, e rico como um tolo. Seria como um tolo que enganou a todos  aqueles corações e hoje não tem ao menos um pouco de vontade de levantar da cama. E quando tomo coragem para sair, levantar e viver minha vida, eu vou até o banheiro  e olho no espelho e apenas vejo aqueles desgraçados olhos afundados. As marcas da amargura de uma batalha perdida. E tudo que eu queria é deixar de me sentir sozinho, segurar a mão de algo, de alguém e voltar para a casa.  E nesse mundo de poucas consequências eu estou sofrendo a pior das punições.  Dentro das mentiras eu escondo um eu que a há muito já morreu.  E as vezes eu sinto como se eu pudesse fazer minhas malas, abrir minhas asas, dizer diante daqueles olhos afundados que acabou. Que o mundo sorriu pra mim outra vez.  Mas não há como viver dentro de um coração inundado de mentiras ”

-Kel

[ 0 ]
— 06 January
► Reblog
Ela estava sentada na sua poltrona lendo um de seus livros preferidos de Stephen King, seu cabelo estava preso em um coque alto. Olhando com seus olhos focados as letras miúdas, ela ria quando o livro o contava algo engraçado.
Em falar disso, lembro como ela costumava dizer que os livros falavam com ela. Hoje eu entendendo e acho que uma das heranças que ela me deixou foi esse amor incondicional pelos livros, uma herança que tenho a  agradecer pelo resto dos meus dias. Porque são os livros que me transportam pra um mundo completamente diferente, quando não tenho que pensar nela,  quando sinto tanto sua falta que as lagrimas são quase impossíveis de controlar.  E eu ainda não me conformo como a vi morrer, sua vida se esvaindo deitada em uma cama, se existisse algum Deus, eu o mandaria para a puta que pariu. É injusto demais, eu lembro como se fosse hoje, ela dançando na ponta dos pés, apenas com uma de suas regatas, seus seios quase a mostra. Ela era meu sonho, um sonho que eu tinha, um sonho do qual foi obrigatoriamente contraditado a acordar.  Um sonho que todo homem em seus piores dias desejaria deitar e ter.  Ela era a mulher mais linda que eu já havia conhecido, seu cabelo curto, o jeito como passar maquiagem apenas nos olhos, seu jeito agressivo e doce ao mesmo tempo. Ela  era o Meu sonho, o qual eu preferia ter morrido deitado em uma cama, olhando nos olhos, sem jamais acordar.
E agora ela é como o sol que se põem no horizonte distante. 

Ela estava sentada na sua poltrona lendo um de seus livros preferidos de Stephen King, seu cabelo estava preso em um coque alto. Olhando com seus olhos focados as letras miúdas, ela ria quando o livro o contava algo engraçado.

Em falar disso, lembro como ela costumava dizer que os livros falavam com ela. Hoje eu entendendo e acho que uma das heranças que ela me deixou foi esse amor incondicional pelos livros, uma herança que tenho a  agradecer pelo resto dos meus dias. Porque são os livros que me transportam pra um mundo completamente diferente, quando não tenho que pensar nela,  quando sinto tanto sua falta que as lagrimas são quase impossíveis de controlar.  E eu ainda não me conformo como a vi morrer, sua vida se esvaindo deitada em uma cama, se existisse algum Deus, eu o mandaria para a puta que pariu. É injusto demais, eu lembro como se fosse hoje, ela dançando na ponta dos pés, apenas com uma de suas regatas, seus seios quase a mostra. Ela era meu sonho, um sonho que eu tinha, um sonho do qual foi obrigatoriamente contraditado a acordar.  Um sonho que todo homem em seus piores dias desejaria deitar e ter.  Ela era a mulher mais linda que eu já havia conhecido, seu cabelo curto, o jeito como passar maquiagem apenas nos olhos, seu jeito agressivo e doce ao mesmo tempo. Ela  era o Meu sonho, o qual eu preferia ter morrido deitado em uma cama, olhando nos olhos, sem jamais acordar.

E agora ela é como o sol que se põem no horizonte distante

[ 0 ]
— 06 January
► Reblog
tumblrbot asked : ROBOTS OR DINOSAURS?

Robots